Esse blog nasceu em 2016 com o simples intuito da diversão, e desde de então, de tempos em tempos eu retorno aqui pra deixar registrado nessa capsula do tempo o que eu estou curtindo ou sentindo e de todas as plataformas e redes sociais é aqui meu lugar seguro! Agora em uma fase diferente da vida a necessidade natural de registrar aqui minhas mudanças internas voltou com tudo. Sem me cobrar ou me estressar meu retorno dessa vez parece diferente, mais como um recomeço do que uma continuação do ciclo. Enfim, que fique aqui registrado para mim mesma que estou de volta baby! E dessa vez pretendo escrever cada dia mais sobre as maluquices que me vem a cabeça. Mais uma vez, viva la art !
Sei que essa frase apareceu bastante por aqui, com as indas e vindas da vida nem sempre priorizei esse hobby que gosto tanto...O blog. Mas com um 2020 novinho em folha decidi deixar os antigos padrões de lado e voltar a fazer as coisas que tanto amo como escrever aqui.
O blog ta de cara nova mas o proposito aqui continua o mesmo, ler, escrever se inspirar e compartilhar as coisas bacanas que acontecem por ai.
Eu estou super animada para essa nova fase, cheia de ideias e objetivos!
Espero que 2020 traga muita magia e criatividade há todos e que aproveitem esse ano como nunca.
Nossa como o tempo passa, parece que ontem estavam sendo feitas as promessas de ano novo para um 2018 incrível e agora só resta metade do caminho para com o mesmo amor e esperança fazer as promessas para 2019.
Para mim, Junho promete ser um mês marcante, o divisor entre a correria e a paz. O final de mais um Semestre, tumultuado e cheio de tarefas que abre caminho lá pelo meio do mês para as férias! Neste mês também está marcado o fim de um de curso de Inglês Básico que me inscrevi com a esperança de diminuir a quantidade de horas passadas em casa, trancada no meu mundinho e como bônus ganhei novos objetivos e a revigoração que precisava para iniciar novos projetos. Sem falar na copa!
"Nossa como você mudou!" - Disse todo mundo
"Mudei?!...Pois é, mudei"
De grão em grão a galinha enche o bico, não é isso o que dizem?
Pois foi assim comigo, como uma brisa inofensiva uma pequena escolha aos poucos foi se tornando esta tempestade desvairada onde me encontro neste exato momento. Tudo começou muito devagar, eu era a boa e velha eu, fazendo as mesmas coisas com as mesmas pessoas e os mesmos problemas, sem perceber uma coisa foi levando a outra e BUM! Aqui estou, de repente, completamente diferente.
O que era ótimo já não me agrada mais, as piadas hilarias já não me fazem sorrir e aquele amor imenso agora é só carinho.
Tudo Mudou. E meu bem quando tudo muda aqui dentro, não tem mais volta.
As vezes dói, mas esta tudo bem! Tirando a inevitável limpeza de tudo o que não da mais pra ficar na minha vida ta tudo numa boa.
A vida continua linda e eu continuo aqui, mudando e experimentando. Ficando diferente de tempos em tempos, me afastando de uns e me aproximando de outros. Da medo, raiva e apego mas logo passa, porque todo mundo muda, todo mundo tem que mudar!
Eu pelo menos, mudei.
Oito e cinquenta, ela estica os braços pra fora do forde
usado ainda com a roupa de ontem, mas quem se importa?, ainda sente o hálito do
baterista que ronca enquanto ocupa toda a parte traseira do carro. Eu quero que isso nunca acabe, ela
pensa, arruma os óculos escuros acima do nariz, aumenta o volume – Toothbrush – perfeito!
Nove e cinquenta, ela estaciona o carro perto da areia, isso
provavelmente é ilegal, mas quem se importa?, pega com uma mão a garrafa de
cerveja pela metade, com a outra puxa o baterista pela blusa, coloca seu fone,
fecha a porta do forde usado, Se não sair
vai perder o dia! Ela grita.
Dez e cinquenta, ela tira a areia da calça jeans rasgada,
bate a lateral do tênis usado , entra no forde antigo, beija o baterista, da ré,
entra e volta pra estrada.
Montanhas, radio, sol, estrada.
Montanhas, sol, estrada, radio.
Onze e cinquenta, ela aumenta o volume do radio, ela canta,
ri, grita, é o melhor dia, Pra onde nós
vamos agora?, diz o baterista rindo, ela pensa, Pro resto de nossas vidas?! Ela sussurra.
Meio dia, ela estacionado na ponta da Montanha, sai pela
janela do forde usado, encosta no muro antigo todo pichado, olha para o
baterista, estica o dedinho e promete nunca se tornar um adulto, afinal, Quem
se importa?!